
Certo cientista criou um coelho que era claramente ciente de sua capacidade cognitiva.
“Céus! Como caçoarei de meus companheiros!”
“Conseguirá a comunidade caminhar em conjunto com tal criatura? O conhecimento de minha criação circundará a cidade, uma calamidade de consequências colossais certamente começará! Concederei comícios até a calvície corromper meus cabelos. Me cai a chamada da consciência, cabe a mim censurar essa controvérsia. Cortarei sua cabeça, cavarei sua cova.”
“Catástrofe! Cadê o coelho?!?!?”